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quinta-feira, 24 de março de 2011

Problemologia Manauara 1.0 - Transporte Público

Aposto que quando você vê a sua carruagem chegar, no mínimo meia hora depois, fica empolgado. Estou falando dos ônibus, especificamente os da cidade de Manaus. Como demoram! Como são destruídos! Como são velhos! Como poluem!

Os Índios por Acaso prepararam um jogo de manchetes e imagens para você entender rapidamente a situação do transporte público urbano da cidade de Manaus.
Clique na manchete para ler a notícia na íntegra!




Revista Cidades do Brasil - Abril de 2001




Revista Cidades do Brasil - Dezembro de 2002

"Sistema Expresso de Manaus será reestruturado"


Portal Amazônia - 25 de Julho de 2005
                                                                                                       





Jornaltreplica.blogspot.com - Maio de 2009



"Dupla assalta ônibus e estupra menina de 14 anos 

em Manaus"

PortalAmazonia.com - Maio de 2009


D24 am - Maio de 2010





A Crítica - 23/11/2007





"Transporte coletivo será analisado em pesquisa encomendada pela Prefeitura"

A Crítica - 25 de Outubro de 2010

População terá ônibus gratuito durante todo o dio de eleição.

"Empresas interessadas no transporte coletivo visitam terminais em Manaus"

A Crítica - 20 de Janeiro de 2011

Empresários visitam, nesta quinta-feira (20), sistema de transporte coletivo em Manaus



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Quinta que vem (31), matéria especial sobre o aumento da passagem!

Na próxima quarta, teremos um começo da primeira campanha que será realizada pelo IPA durante o ano de 2011 e a continuação do estudo da problemologia manauense.

Abraços!!
Kako Menezes



terça-feira, 22 de março de 2011

Big Bullshit, Brazil! - Capítulo 2



Pouco antes do programa...

Obama (baixinho): - Dilma, maravilhosa presidente, come here! Vamos combinar “um” coisa?

Rousseff (baixinho): - Fale, companheiro Obama.

Obama (baixinho): - Você “votar” no Mahmoud e eu “fechar” uns “deals” legais com você.

Rousseff (baixinho): - Que tipo de “deals”?

Obama (baixinho): - Algo como apoiar sua government na organization “do” Copa “daquela” jogo com bola nos pés... Como é “a” nome, mesmo?

Rousseff (baixinho): - Futebol? O Soccer?

Obama (baixinho): - Soccer! Exactly!

Rousseff (baixinho): - E o que você acha de facilitar a entrada de estudantes brasileiros em universidades americanas, com bolsas etc.? E que tal desenvolver biocombustíveis em parceria entre Brasil e EUA?

Obama (baixinho): - OK. “Concordar” em prever isso também... No dia da votação votar no Mahmoud, hã? Não “aguentar” mais “a” cinismo “daquela iranian”.

Dilma (baixinho): - Missão dada é missão cumprida, Bará!

Algumas horas depois...

“Bial: - Estamos de volta! E vamos direto falar com nossos participantes... Alguém aí tá a fim de ser o líder, pessoal?

Pessoal (em corinho): Opa! Eu!

Bial: - Então, vai todo mundo lá pra fora que hoje é dia de “prova do líder”... Bom é o seguinte: estão vendo o carro, certo? Todos devem entrar no carro agora. O último que sair é o novo líder. Vocês não poderão dormir, ir ao banheiro e, muito menos, comer.

Berlusconi: - Bial, se eu quiser, posso dar uns amassos na Cristina?

Cristina: - Niño, para con eso!

Bial: - Não, claro que não!

Berlusconi: - Droga!

Bial: - Alguém tem mais alguma dúvida?

Ahmadinejad: - Bial, tenho uns equipamentos aqui no bolso... Eu posso enriquecer urânio lá dentro do carro?

Bial: - Não, Mahmoud, não pode. Agora, chega de papo e vamos à prova. Podem entrar.

3 minutos depois, todos menos Mahmoud e Barack saem do carro...

Dilma: - Pelo amor de Deus! Bial, era p’cê ter proibido de falar também. Esse Nicolas é muito chato!

Nicolas: - Tem razão! Devia proibir de falar antes que você dissesse de novo que “o meio ambiente é prejudicial ao desenvolvimento sustentável”! Vá tomar “a lê lê blu”!

Obama (de dentro do carro): - Bial, the last question: o que ser o líder, ganhar também o carro?

Bial: - Você faz questão, Barack? É o presidente dos Estados Unidos, meu Deus! Por que iria querer um carrinho popular brasileiro?

Obama: - It’s because a industry de automóveis ainda estar fraca no “Iu-Ess”. Não poder recusar um carro de grátis pra levar pra lá, hã?

Bial: - Caramba! OK, então! O carro é seu, Barack, independente de quem for o líder, tá bom assim?

Obama: - “Muito obrigado”! “Cidati maravilhôsa”!

Mahmoud sai do carro: - Não consigo ficar do lado desse ocidental sem ter a vontade de cortar sua cabeça.

Bial: - Parabéns, Barack! Você é o líder!

Obama: - “Brazil ser abençoado por Deus e bonitu por natureza...!”

Bial: - ...Mas que beleza! Em quem você vota, Bará?

Obama: - Já? Mahmoud!

Bial: - Pra não desperdiçar tempo, deixa eu tentar adivinhar: todo o resto vota no Sarkozy?

Pessoal (em corinho): - Sim! Fora Sarkozy!

Bial: - Certo! Eu tenho uma surpresa pra vocês. Mais seis participantes entrarão hoje na casa. E eles que vão decidir o terceiro indicado. Podem entrar Angela, Hu, Dmitri, David, Manmohan e Hugo!

Cristina: - Ah, não! Chávez não!

Bial: - Então, em quem vocês votam? Comecemos por você, Angela.

Merkel: - Eu voto no Dmitri.

Medvedev: - Eu voto no David.

Cameron: - Eu voto na Angela.

Singh: - David.

Chávez: - Dmitri.

Hu: - Como não posso votar no Barack e o japonês, graças a Deus, nem veio, voto na Angela.

Bial: - Uau! Temos um empate triplo. O Bonzinho tá me dizendo aqui que a regra é eliminar os três empatados. Dmitri, Angela, David, podem voltar pra casa. Muito obrigado pela participação! Mesmo assim o paredão tá formado: Mahmoud Ahmadinejad e Nicolas Sarkozy. Valeu a você de casa. Vote e continue espiando!

Marvin Bessa

segunda-feira, 21 de março de 2011

Depois do hiatus

Hoje, dia 21 de Março, é comemorado o Dia Nacional da Terra e isso não tem absolutamente nada a ver com o post de hoje. Bom, a não ser o fato de que o filme se passa na Terra. Enfim, o filme escolhido para hoje é, assim como o de semana retrasada, um dos filmes indicados ao Oscar de melhor filme de 2010/2011: Cisne Negro, o thriller psicológico do muito bem falado Darren Aronofsky.


Palavras da revista Empire: “an extraordinary intoxicating masterpiece” (uma obra-prima extraordinária e inebriante).

Eu tenho certeza que boa parte de vocês já ouviu algum ser humano comentando sobre tal filme. É bastante comum ouvir coisas como “Não faz sentido”, “Não tem lógica” ou “É confuso”. Besteira! Esqueça tudo isso. Os elementos do filme estão todos ligados e fazem perfeito sentido, mas vamos por partes.

Como de costume, eis o trailer seguido de uma sinopse:


Nina (Natalie Portman) é bailarina de uma companhia de balé de Nova York. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança. Ela mora com a mãe, Erica (Barbara Hershey), bailarina aposentada que incentiva a ambição profissional da filha. O diretor artístico da companhia, Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a primeira bailarina, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada, O Lago dos Cisnes, e Nina é sua primeira escolha. Mas surge uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Leroy impressionado. O Lago dos Cisnes requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, com uma inconseqüência que ameaça destrui-la. 

Para os que não estão familiarizados com o balé “O Lago dos Cisnes”, a citação do início do trailer é suficiente para entendê-lo: “É sobre a garota que é transformada em um cisne. Ela precisa de amor pra quebrar o feitiço, mas seu príncipe se apaixona pela garota errada e, então, ela se mata.” Dramático, sim, mas onde o cisne branco e o negro entram nessa história? Simples. O cisne branco seria a garota “certa” e o negro, consequentemente, seria a “errada”. Enquanto o cisne branco é doce, ingênuo, frágil e contido, o cisne negro é forte, malicioso, sensual e espontâneo. Nota-se claramente aqui um dualismo entre os dois cisnes, ou seja, eles funcionam de formas inconciliáveis e totalmente opostas. O filme tenta sempre mostrar bem esses extremos, como, por exemplo, nas roupas.


Percebam que Nina usa sempre roupas de tons mais claros, enquanto Lily opta pelas de tons mais escuros. A ideia é a de que as duas sejam as personificações dos devidos cisnes.

Para entender bem o filme, vamos nos focar na personagem principal. Nina é uma bailarina perfeccionista e aplicada ao extremo e isso faz com que seus movimentos sejam precisos, mas muito rígidos. Sendo assim, ela tem bastante facilidade para dançar e interpretar o cisne branco, mas encontra dificuldade para com o cisne negro. Isso porque ela teria que liberar seu lado mais forte e sensual, tarefa não muito fácil para a contida e até frígida bailarina.




A história do filme gira em torno de Nina buscando aperfeiçoar o seu papel como cisne negro, mas ela encontra diversas dificuldades no caminho. Além de toda a pressão causada pelos bastidores de uma companhia de balé - e também pelo seu diretor -, Nina sofre de bulimia e, para completar, é atormentada por uma série de alucinações. Ela também sente o peso de ter uma mãe, ex-bailarina, superprotetora a níveis sufocantes e que parece orgulhosa por sua filha, mas ao mesmo tempo demonstra certa inveja por não ter conseguido chegar aonde a filha chegou. Para completar o "combo", a chegada de Lily à academia deixa Nina muito mais nervosa e insegura. Todos esses fatores fazem com quem suas alucinações só piorem à medida que se aproxima a data da apresentação. A confusão mental de Nina chega a um ponto em que ela nem sequer consegue discernir o que é real do que é imaginação. Chega até a confundir quem está assistindo, já que vemos o filme do “ponto de vista” de Nina, mas nós fomos beneficiados pela edição de áudio. Sempre que Nina está alucinando, ela ouve (e, logicamente, nós também) sons estranhos, mas conhecidos. Seja um bater de asas, a sua mãe chamando-a repetidamente de “sweet girl” ou a risada de sua “arquiinimiga”. No entanto, a jogada mais genial foram as imagens escondidas na cena em que Nina e Lily vão para uma boate (isso porque recomendam constantemente que Nina relaxe e viva um pouco mais). A cena é bem rápida e as imagens só podem ser vistas em câmera lenta ou pausando. 



Quem não assistiu ao filme provavelmente não vai entender boa parte dessas imagens escondidas, então, eu espero atiçar a curiosidade daqueles que ainda não assistiram. Não contar o desfecho virou praticamente política da casa e não será diferente hoje.

Há diversas coisas interessantes para serem retiradas e comentadas a respeito do filme como, por exemplo, a mãe que teve seu sonho destruído por uma gravidez e que passou a viver em função da filha ser o que ela não foi. Essa pressão findou por refletir na personalidade e no comportamento de Nina. Principalmente no comportamento em relação ao balé. É possível notar facilmente a busca da bailarina pela precisão e perfeição dos movimentos, mas nunca sequer a vemos se divertir ao dançar. É como se ela dançasse para agradar a seu diretor ou a sua mãe. Basicamente, agradar a todos menos a si mesma. Isso reflete muito bem o que muitos jovens passam hoje em dia em épocas de vestibular, por exemplo. Os “negócios de família” acabam por formar profissionais medíocres e que não gostam do que fazem. Isso porque a sociedade impôs que filho de médico deve ser médico e que filho de advogado deve ser advogado (não é sempre, lógico). "Nada abaixo disso. Nem pensar! Pra quê cursar uma área que não traz retorno financeiro? É besteira. É burrice". O que fazer quando seus talentos são voltados para profissões mal pagas? O que fazer quando uma pessoa sabe que nasceu para ser professor? Aliás, é inconcebível certas profissões, como a de professor, não terem seu devido reconhecimento. Como pode a maioria das pessoas que são responsáveis por nos passar conhecimento receberem um salário tão meia-boca? Consequentemente, o baixo salário gera poucos e maus profissionais o que dificulta ainda mais as melhoras no sistema educativo. 


Outro ponto é: as pessoas deixam de cursar o que as realizariam e buscam o que é mais conveniente, o que soa melhor e/ou o que agrada mais aos outros. Eu, sinceramente, não as culpo e não culpo somente os governantes porque, querendo ou não, nós vivemos num mundo injusto. Querer um salário mais justo para todos é utópico. Uns vão receber pouco trabalhando muito e outros vão receber muito "governando". É assim desde sempre e não há nem sequer vestígio de mudança. É triste, mas c'est la vie.

Jess Freitas

quinta-feira, 17 de março de 2011

Introdução à Problemologia: Análise Sucinta da Cidade de Manaus

Observe o quadro abaixo. Trata-se de problemas urbanos em cidades de países subdesenvolvidos ou emergentes que estão crescendo rapidamente e que não tem capacidade de sustentar esse aumento referente à população e consequentemente, os problemas criados.
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Fatores
1 – Colapso dos serviços urbanos com piora das condições de vida.
2 – Pobreza, fome, doenças transmissíveis.
3 – Criminalidade e violência social.
4 – Escassez, contaminação da água, poluição ambiental, aquecimento global.


Consequências:
Falta de atendimento em postos de saúde lotados, engarrafamentos de trânsito, protestos com incêndio de ônibus, enchentes, racionamentos de água ou de eletricidade, confronto policial contra o crime.

Diante desse simples quadro, percebemos que somos participantes disso. Fervorosos, fiéis ou conformados. A questão é que Manaus está evoluindo, a população cabe na frota de veículos, as ruas estão remendadas, e para a Copa do Mundo, ganharemos um metrô, resolução duvidosa para desafogar o caos do trânsito.
Temos enchentes. Não como aquelas piscinas formadas no estado de São Paulo, mas temos situações desastrosas em alguns bairros.

Talvez a água não apareça como um problema para uma capital da maior bacia hidrográfica do mundo, no entanto, é comum a falta de água em bairros pobres.

Nossa eletricidade merecerá uma atenção especial nos próximos.

A Polícia Militar do Amazonas tão elogiado por meios de comunicação nacional, aparece ainda em âmbito nacional com certa tranquilidade: Manaus ocupa a 2ª posição na lista das cidades mais violentas do Norte do Brasil. Entre as capitais, é a oitava menos violenta, registrando, em 2006, índices de homicídios superiores apenas aos de Boa Vista, Palmas, Natal, São Paulo, Goiânia, Rio Branco e São Luís. A taxa de homicídios na capital amazonense também é substancialmente menor que a de outras metrópoles como Recife (90,9), Curitiba (49,3) e Belo Horizonte (49,2), e inferior à do Rio de Janeiro (37,7). Índices de criminalidade, como o homicídio, têm diminuído continuamente por 8 anos. Em novembro de 2009, o Ministério da Justiça e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgaram uma pesquisa que apontou Manaus como a sétima capital brasileira mais insegura para jovens. A cidade teve um índice de vulnerabilidade considerado médio (0,433). Na região Norte, foi superada por Porto Velho (0,483), Belém (0,458) e Macapá (0,455).A nível nacional, a cidade ocupou a 59ª posição entre todos os municípios.


Na próxima quarta, os Índios Por Acaso irão desenvolver todos os itens pré-explanados acima, com o intuito de informar os manauaras a situação da cidade diante do cenário nacional, podendo compará-la com outros municípios e traçar uma previsão para os próximos anos.

Kako Menezes

terça-feira, 15 de março de 2011

Big Bullshit, Brazil! - Capítulo 1





Um dia desses tive um sonho estranho, com uns chefes de Estado. Viaje na maionese, com direito a uma tecla SAP um tanto desgastada..

“Bial: - Sejam bem-vindos! Vai começar mais um campeão de audiência, o “Big Bullshit, Brazil!”! Pra início de conversa, vamos conhecer os nossos participantes. Eles já estão na sala da casa mais vigiada do mundo. Olá, Mahmoud!

Ahmadinejad: - Olá a todos! Bial, vou logo avisando: estou aqui para jogar. Vou ganhar nem que tenha que apedrejar todo mundo pra isso. Qual é o prêmio, mesmo?

Bial: - Calma! O prêmio é surpresa e você sabe disso! Mas e você, Barack, consegue vencer o programa?

Obama: - Yes, i can!

Bial: - Nem precisa dizer mais nada. Olá, Cristina! Como estás, hermana?

Kirchner: - Pienso que “benceré” el premio. Estoy muy empolgada!

Bial: - Claro, claro! Mas agora que você é viúva, tome cuidado com o Silvio e com o Nicolas. Eles não perdem uma oportunidade. 

Kirchner: - No te preocupas, Bial! Ya tengo más de 40 años. Se “tibesse” uns 15, “talbez” me incomodassem.

Bial: - Nicolas, e você? O que tem a me dizer? Se depender de popularidade pra ganhar o programa você ‘tá ferrado, né?

Sarkozy: - Qualquer coisa, a culpa é do congresso francês.

Bial: - Mas vamos lá. Dilma, tem certeza de que está no lugar certo?

Roussef: - Claro que estou! Aqui tem poucas mulheres, mas não tem problema. 

Bial: - Não, estava falando de outra coisa... Mas deixa pra lá. Vamos falar agora com o Silvio. E aí, Silvio?

Berlusconi: - Mais ou menos, né? A minha situação é muito complicada.

Bial: - É verdade! Com certeza, se não tiver sorte, será um dos primeiros eliminados. Pessoal de casa, por hoje, foi só isso, mas não percam os próximos episódios! O programa ‘tá só começando. Não pare de espiar!

Berlusconi: - Olá, Cris! Quantos anos você tem, hein?

Kirchner: - Tira essa mão daí!
Marvin Bessa